quarta-feira, 24 de junho de 2009

Sagres




Fim da terra
onde o céu abraça o mar

Nuvem
espuma
gaivota

De tudo foi feito o dia
na secreta nostalgia
de uma saudade que volta


*

8 comentários:

Duarte disse...

No limite do mar,

torvelinho de luz

nas águas trémulas; 

ao longe,

na linha do horizonte,

suspensas, imensas,

em grandes copos, 

as nuvens!

E as gaivotas...


Um grande abraço

Nilson Barcelli disse...

O teu poema é belíssimo. Mas ainda mais belo fica por ter essa foto, pois o poema ganha outra dimensão, ainda maior.
Gostei muito das tuas palavras.
Bom fim de semana.
Beijo.

Nuno G. disse...

palavras milimetricamente (muito bem) escolhidas, fazem maravilhas como esta...

(www.minha-gaveta.blogspot.com)

Brancamar disse...

Querida andorinha,

Gostei imenso deste poema de saudade, ali na ponta de Sagres (penso eu). A fotografia está óptima.
Beijinhos.

Brancamar disse...

Desculpa, sou tão distraída, li o poema e só quando voltei atràs reparei que o título era mesmo Sagres, hi!hi!
Beijinhos.
Branca

~pi disse...

~
dos limites

que se soltam

e voam

gulosos,

vorazes,




beijo




~

Paulo disse...

bel.íssimo poema Andorinha.

amei des.mesurada.mente.

um bom fim de semana.
um beijo meu.

Carla disse...

que lindas estas palavras de nostalgia
beijo e boa semana