sábado, 13 de dezembro de 2008

Ausência




Quando a ausência se acende
e os dedos só afagam solidão,
bebo as palavras que chegam,
estrelas no deserto da noite,
iluminando a imensa escuridão.



*

10 comentários:

Maria disse...

Leio-te e tenho apenas duas palavras: Tão lindo!

Um beijo

Adriana disse...

lINDO!Saudade dói

Mariz disse...

Jamais sinta ausência de si...isso sim é que é solidão...
o resto é passageiro..nada que o tempo não suporte acordando para um novo amanhecer.

Abraço
Mariz

Duarte disse...

A ausência, dá como fruto a solidão, que me provocou, com o teu poema, este soneto de "soledad"...


SOLEDAD

Mi voz es como un canto,
Perdido en la tempestad
De silencios y llanto,
Atormentados en la soledad.

Tu imagen se transparenta
Entre la niebla, difusa!
Mi tensión aumenta
al verte algo confusa.

Pasa el tiempo, me desespero,
La apatía es mi dolor,
Suportada con mucho amor.

Sentimiento que me conforta.
Emociones que mi corazón suporta.
Que todos los días espero.

Para ti, um abraço de afecto, muito sentido...

Círculo Literário disse...

Triste, mas de uma sensibilidade tocante...
A solidão é pungente .....traz arrepios de saudade!!!
Abraço!!

Baby disse...

Nada mais vazio que a solidão, mas as tuas palavras dão-lhe aqui um encanto muito especial.
A imagem é linda.
Um beijo.

Paulo - Intemporal disse...

Bebo as palavras que chegam num verso lindo que encontro aqui.

da alma para fora, enquanto cá dentro!

Um abraço

~pi disse...

elipse azul e branca a vida

se

te

é



(regressamos a nós, sim :)



BEIJO

Paulo - Intemporal disse...

Reconhecidamente grato à presença que sob a forma de amizade encontro aqui, venho desejar um Santo Natal, que anseio renovado em essência há muito perdida entre os homens.

Porque o Natal é uma mensagem no tempo, que se quer in.tempo para sempre.

Boas Festas

Brancamar disse...

Olá amiga,

Como percebo os teus versos de saudade, mas a saudade existe sempre em função de algo que foi bom e é bom que as palavras que chegam sejam essa luz na escuridão.
Beijo grande.
Branca