domingo, 21 de dezembro de 2008

Boas Festas




Que a alegria e a paz do Natal se prolonguem por todo o novo ano que se aproxima.



BOAS FESTAS


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sábado, 13 de dezembro de 2008

Ausência




Quando a ausência se acende
e os dedos só afagam solidão,
bebo as palavras que chegam,
estrelas no deserto da noite,
iluminando a imensa escuridão.



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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Azul




Quero mergulhar no azul infinito
inebriar-me na vertigem da noite
e afogar-me em ti


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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Contigo





Contigo aprendi que tenho asas
e posso voar mesmo através de nuvens cinzentas.
Aprendi que as palavras aprisionadas na garganta
se podem soltar e voar,
livres,
ao encontro de outras palavras,
e se pode cantar mesmo na noite mais escura.

Contigo aprendi ainda mais.
Que os olhos podem ter a cor da ternura,
e os beijos o sabor da loucura.

E que o amor é isto que se dá,
sem exigir nada em troca.



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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Solidão



" Talvez a solidão meça tanto como a companhia"...


... porque na solidão te sinto e te ouço,
te recordo e te sonho
e na solidão me acompanhas.


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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Dúvida



Deitada na areia, vejo passar por cima de mim as nuvens brancas esfarrapadas. O azul do céu mantém-se imóvel. Há uma leve brisa que agita o ar.
Sozinha, imagino os teus passos e deixo-me envolver por uma estranha sensação de paz.
Será isto a felicidade?


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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Busca



Acordo para um dia diferente,
pleno de promessas e sonhos.
Seguro a tua mão e trago-te.
Atravessando o deserto
iremos em busca de oásis
que só nós conhecemos,
do doce sabor das tâmaras.


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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Convite




Vem, comigo, perder-te nas ruelas,
descobrir os cheiros e as cores,
encontrar-te na magia dos souks.
À noite, dormiremos sob as estrelas
ao som do murmúrio das fontes.

Vem!
A viagem será a nossa.
Imaginada, mas real.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Percurso


" Talvez esperar faça parte do percurso mais rápido"
Diego Martínez Lora


Esperei por ti toda a minha vida.
Quando chegaste, soube que és tu o sentido para a minha existência.
Agora que partiste, que fazer dos dias que restam?


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sábado, 25 de outubro de 2008

Fui ver o mar



Depois de ter estado contigo, fui ver o mar, essa imensidão só comparável aquilo que sinto quando estamos juntos.
Falei-lhe de ti. Disse-lhe que, de cada vez que chego, é sempre como se fosse a primeira. A mesma surpresa, o mesmo encantamento, a mesma dificuldade em voltar a afastar-me de ti. Sempre a mesma sensação de me encontrar fora do mundo. Mesmo sem te tocar, te sinto em todas as células do corpo.
Sei que o mar me entendeu. Agora, já posso ir para casa e entrar nas coisas comuns.



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