sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Vida



Tenho em mim a memória do teu corpo,
o calor da tua boca,
a doçura das mãos.
São marcas indeléveis.
Ninguém as pode apagar,
nem tu, nem mesmo eu.

Foi amor o que me deste?
Que importa o nome,
se foi vida e ainda subsiste?


*

8 comentários:

Duarte disse...

ATÉ QUANDO

Estou triste e taciturno
Talvez a nostalgia dos tempos idos
De amor desbordante
Esperança de felicidade plena
Hoje faminto dá pena
Sofrer em silencio, até quando?
Não é possível seguir neste sem viver
De insegurança e sensabores
Despedaça o meu coração, magoa
Os braços caídos, inertes
Como árvore de Outono
Ávido de amor sem penas
Que em mim vive mas dorme
Que desolador viver assim
Quando o seu fim? Espero
Tudo acaba e o amor também
Ainda que o meu amor não
Mesmo que seja na solidão


O amor ainda que tarde sempre compensa...


Abraço-te

~pi disse...

podemos respirar com um coração espetado num prego

( digo te que sim,



beijo




~

Vieira Calado disse...

Me desculpe.

Mas hoje, num bar, já com 5 uisq´s abordo

Apetece-me gritar:

Viva o Carnaval!

Cumprimentos

Paulo - Intemporal disse...

E a memória é sempre presente no ausente de todos os tempos.

E deixo um beijo amigo.

Sempre,
____ p.

ParadoXos disse...

"Foi amor o que me deste?
Que importa o nome,
se foi vida e ainda subsiste?"


adorei este terceto!!!!
muito bonito mesmo!


abraço

Multiolhares disse...

ainda que o amor acade , só os bons momentos devem de ser recordados
beiji

poetaeusou . . . disse...

*
amor
é um poema de vida
que nos marcam
a memória,
,
brisas de luz, envio,
,
*

Daniel Aladiah disse...

Momentos de amor, luz e esquecimento, para mais tarde recordar...
Um beijo
Daniel