segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Beijos





Primeiro, beijinhos,
beijos de criança,
beijos a brincar,
alegres, divertidos,
beijos a saltitar.
.
Depois, lentamente.
beijos mais doces,
suaves, macios,
cheios de ternura,
beijos a aflorar.
.
E, de repente,
o coração dispara,
o corpo endoidece,
beijos profundos,
loucos, molhados,
beijos apaixonados,
muito demorados,
beijos a queimar.
.
Então eulouqueço,
sem querer.
Rendida
nos teus braços.
Perdida
sem nada dizer.
.
E vivo
e morro
sem saber se vivi.
.
E vivo
e morro
de amor por ti.


*Maio 2001

6 comentários:

Daniel Aladiah disse...

Querida Andorinha
belíssimo poema!
Festas felizes!
Um beijo
Daniel

Brancamar disse...

Maravilhoso poema! Sou tão sensível a um belo poema de amor, que traduza desta forma o palpitar da vida!Parece que o estava a viver também eu e com um ritmo tão lindo!
Obrigada Andorinha.
Beijinhos

Sophiamar disse...

Um excelente poema, andorinha!
O percurso da vida com
beijos.Sempre!
Gosto muito de poesia e reli o teu poema.
Beijinhos

Licínia Quitério disse...

Sê bem-vinda, Andorinha. E voa...

poetaeusou . . . disse...

*
num beijo
revejo
o desejo
de um beijo
*
xi
*

multiolhares disse...

beijos, algo maravilhoso
desde o nascimento até á
hora da partida, algo porque vale
a pena nascer e morrer

beijinhos
luna