sexta-feira, 6 de junho de 2008

Fonte



Contigo
atravesso a tempestade
com olhos de arco-íris,
no meio do aguaceiro
abrigo-me nos teus braços,
oásis de ternura,
descubro girassóis
no limiar da esperança.
Contigo
abro janelas de paz,
percorro o horizonte,
ouço o cantar do melro.
Dos rios que me percorrem
és tu a fonte.



*

8 comentários:

Odilon disse...

Linda a poesia. Bom fim de semana.

Otávio disse...

De uma suavidade bem agradavel. Muito bonita a poesia. A imagem também não deixou a desejar.

Beijos

Brancamar disse...

Mais um lindo poema de amor e de paz.
"Dos rios que me percorrem/és tu a fonte", adorei esta conclusão, belíssimos versos.
Se quiseres conhecer melhor o Salvador que viste no meu espaço e que é uma força da natureza, vê na próxima quinta-feira a Grande Entrevista com a Judite de Sousa, será ele o entrevistado.
O livro que saiu baseado no blog, com textos dele e comentários nossos já vai na 2ª edição ao fim de poucos dias, é bom que assim seja porque é a favor do I.P.O.
Depois volto
Beijinhos

Multiolhares disse...

Sei como é bom percorrer os caminhos nos braços alados do amor
beijinhos

un dress disse...

[ e

sou eu a curva do

monte :)






beijO

delusions disse...

a fonte que nos mata o deserto, tantas, tantas vezes... até à próxima tempestade...



bjinho*
sofia

jasmimdomeuquintal disse...

"Contigo atravesso a tempestade com olhos de arco-íris" e atravessar assim será mais fácil...

poetaeusou . . . disse...

*
fonte sedenta,
de água da tua secura . . .
,
conchinhas assedentadas,
,
*